
meus traços não dizem o q eu sou
mas, o que vejo, o que respiro e o foi mostrado
a esse corpo em metamorfose.
portando sorriso nessa dor que nem sei mais distingüir
o que é um do outro.
minha flor renace do caule das cinzas do inverno
cada vez mais flamejante de dentro pra fora
na primavera veneno
que tanto odeio
